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Sabe aqueles sítios antigos que produziam tudo o que era consumido na família? A Neide Duarte foi visitar uma posse com este perfil e conheceu pequenos produtores que têm uma ligação profunda com o campo. Visualize outras informações sobre este tema dito http://www.rosherunshoesuk.org.uk/estrategia-de-perda-de-peso/ .É gente que vive da terra, que adora agricultura e assim como a natureza. Pra família Kern, a criação familiar não é só uma fonte de renda, contudo um jeito de viver e ser feliz. Eles são netos, bisnetos, tataranetos de alemães que chegaram em Santa Catarina no fim do século 19, com muito serviço, deixaram de herança aos seus descendentes, a terra, a criação, os grãos, as sementes.


Fazer compras não faz porção da rotina dessa família, no momento em que eles irão ao mercado uma vez por mês, mais ou menos, é só para adquirir farinha de trigo, açúcar, sal, café e erva mate para o chimarrão. O tempo do chimarrão é o tempo do intervalo, da calmaria nos dias longos de serviço duro pra que as plantas vinguem, para que tudo brote, para que o alimento chegue dentro da casa livre de agrotóxicos. Acordo lá pelas 5h, aí eu levanto, faço fogo, faço a polenta, o chimarrão, a gente toma o chimarrão, toma café e sai pra fora.


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A gente trabalha sem demora no verão um pouquinho mais de manhã e descansa mais um pouquinho de meio-dia, e depois que o sol fica mais brando, mais calmo, daí a gente vai mexer novamente. Os quatro qualquer um na sua função”, explica o agricultor Waldemir Kern. A roça de feijão espera por Zuleica e a tia dela.


E enquanto trabalham com a enxada, conversam pela língua dos antepassados, o alemão. É uma coisa que o mundo inteiro auxílio. A família ajuda, no entanto é uma questão que nós duas começamos e estamos fazendo”, conta Zuleica. O arroz que brotou no campo, foi colhido e separado, hoje vai ser descascado.


Waldemir coloca na máquina só a quantidade bastante pro almoço do dia. A máquina não consegue limpar totalmente o arroz, que passa para as mãos de Davi, Luiza e a prima deles, Edna. Depois, num segundo instante de paciência, com a auxílio de um ventilador, expulsam as cascas mais teimosas do arroz.



Quem faz o almoço nesse dia é Davi Kern. No cardápio, arroz misturado ao feijão, purê de mandioca frito, salada de rúcula, capuchinha, repolho. Antes do almoço, Zuleica joga as cinzas do fogão à lenha nas verduras da horta pra auxiliar a controlar os insetos. A engenheira agrônoma Keli Hoss e o técnico em agropecuária Rudnei Cenci, ajudaram na colocação da horta em maneira de mandala e agora executam uma assistência técnica pra Zuleica e o Waldemir.


A mandala é uma horta circular que traz no meio, o galinheiro. A Zuleica Kern tem quinze vacas, contudo ela só aparecia fazer o queijo com uma delas, a Penha. Pelo motivo de ela é uma vaca que come só as coisas que nós temos na posse, nosso milho criolo, a mandioca daqui, o chuchu, abóbora, moranga, não come nada do transgênico”, explica.


A vaca Penha sustenta a família na hora do lanche, além do leite com café, a manteiga, a ricota o queijo. Eles criam um porquinho de cada vez, depois da engorda, matam o porco e congelam a carne que se conserva durante 4 meses. A banha chega a durar até seis meses. Zuleica conta o que ensina pra sua filha, Luiza, de onze anos. Luiza conta como é viver pela região. Muito gratificante e sendo assim é o melhor que se tem para viver em razão de eu sou muito desigual dos meus colegas.


Eles moram na cidade, em apartamentos, eles ficam trancados o dia inteiro e eu posso ficar livre”. O engenheiro agrônomo, Paulo Menoncini fala sobre a água das nascentes. Essas águas têm as nascentes naturais delas neste local. Em duas delas, eles fazem uso para três famílias e mais o salão da comunidade. 2 poços são protegidos e abastecem as famílias. O remanescente dessa água, a gente reservou para usar no sistema de irrigação do horto medicinal, no arroz e na horta da família”. O leite é a principal referência de renda da família. Os agricultores Waldemir e Zuleica coletam em torno de 120 litros por dia, 3 1 mil litros por mês e vendem para uma organização da localidade que fabrica iogurte.



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